COLABORE COM A APAE

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

XVIII JORAVI – 2ª Etapa em Ituporanga/SC

Foi realizada a 2º Etapa da XVIII JORAVI em Ituporanga - 18 e 19 de setembro de 2013, nas seguintes modalidades: Bocha Rafa, Basquete Misto, Futsal Misto, Tênis de Mesa e Bocha Paraolímpica. A Escola Especial “Flor da Esperança” – APAE de Presidente Getúlio participou com uma Delegação Esportiva de 3 professores (Leandro G. Schlup, Regina Marli Fuerbringer e Diego T. Pavanello) e 12 atletas (Laini Kelbert, Marli Kelbert, Rosangela Ehrardt, Ivone Sehnem, Rosangela Pereira, Arilson Cane, Sérgio Miranda, Nadívio Heinzen, Marciano Kniess, Divo José Sihorski, Catiúcia Cristina Pinheiro e Olga Rudolf).

 

Nesta etapa conquistamos os seguintes resultados:

·         1º Lugar na Bocha Rafa Masculino (Arilson Cane, Divo José Sihorski e Nadívio Heinzen)
 

 
·         3º Lugar na Bocha Rafa Feminina (Ivone Sehnem, Rosangela Pereira e Olga Rudolf)

 
·         3º Lugar no Basquete Misto (Laini Kelbert, Marli Kelbert, Rosangela Ehrardt, Ivone Sehnem, Arilson Cane, Sérgio Miranda, Marciano Kniess, Divo José Sihorski, Catiúcia Cristina Pinheiro).
 
Obtivemos o 4º Lugar na Classificação Geral entre 13 APAEs participantes da região do Alto Vale do Itajaí.

 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

XVIII JORAVI - 1ª Etapa em Salete/SC

Foi realizada a 1º Etapa da XVIII JORAVI em Salete nos dias 11 e 12 de setembro de 2013, com a modalidade de Atletismo. A Escola Especial “Flor da Esperança” – APAE de Presidente Getúlio participou com uma Delegação Esportiva de 3 professores (Leandro G. Schlup, Regina Marli Fuerbringer e Diego T. Pavanello) e 14 atletas (Laini Kelbert, Marli Kelbert, Carin Grahl, Rosangela Ehrardt, Ivone Sehnem, Rosangela Pereira, Arilson Cane, Sérgio Miranda, Gerhold Krambeck, Nadívio Heinzen, Marciano Kniess, Divo José Sihorski, Catiúcia Cristina Pinheiro e Greice Daniela Toewe). Obtivemos o 1º Lugar no Atletismo feminino e o 5º lugar no Atletismo masculino entre 13 APAEs participantes.
 
 







  

CLASSIFICAÇÃO DOS ATLETAS:
 

LAINI KELBERT
1º Lugar:   50mt corrida DI
2º Lugar: 100mt corrida DI
1º Lugar: 200mt corrida DI


 
MARLI KELBERT
2º Lugar: 200mt corrida DI
2º Lugar: 400mt corrida DI
1º Lugar:  Salto em Altura


CARIN GRAHL
1º Lugar:   25mt caminhada sem apoio
2º Lugar:   50mt caminhada sem apoio
1º Lugar: 100mt caminhada sem apoio


ROSANGELA EHRARDT
1º Lugar:   50mt corrida para Down
1º Lugar: 100mt corrida para Down
2º Lugar: 200mt corrida para Down

 
IVONE SEHNEM
3º Lugar: 100mt corrida para Down

 
ROSANGELA PEREIRA
3º Lugar: Lançamento do Disco

 
ARILSON CANE
3º Lugar: Lançamento do Dardo
1º Lugar: Salto em Altura
1º Lugar: Salto em Distancia

 
SÉRGIO MIRANDA
2º Lugar: Salto em Altura
3º Lugar: 50mt corrida DI


GERHOLD KRAMBECK
3º Lugar: 50mt caminhada sem apoio


NADÍVIO HEINZEN
2º Lugar: 50mt corrida acima de 45 anos

 
MARCIANO KNIESS
3º Lugar: Lançamento da Pelota até 20mt

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Lei 16.065 e Lei 16.084

Gostaríamos de parabenizar em nome do Dep. José Nei Alberton Ascari (Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência) todos que estiveram envolvidos na elaboração e aprovação das Leis 16.065 (Dia Estadual das APAEs e da Federação das APAEs) e 16.084 (Dia Estadual dos Profissionais e Voluntários das APAEs, AMAs e APAs). Enfatizamos a importância de Leis dessa magnitude para nosso Movimento APAEANO.

 
 
 
 


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Como o autismo ajudou Messi a se tornar o melhor do mundo

 
Os sintomas da Síndrome de Asperger trabalharam a seu favor.
 
 
Messi é autista. Ele foi diagnosticado aos 8 anos de idade, ainda na Argentina, com a Síndrome de Asperger, conhecida como uma forma branda de autismo. Ainda que o diagnóstico do atleta tenha sido pouco divulgado e questionado, como uma maneira de protegê-lo, o fato é que seu comportamento dentro e fora de campo são reveladores.
Ter síndrome de Asperger não é nenhum demérito. São pessoas, em geral do sexo masculino, que apresentam dificuldades de socialização, atos motores repetitivos e interesses muito estranhos. Popularmente, a síndrome é conhecida como uma fábrica de gênios. É o caso de Messi.
É possível identificar, pela experiência, como o autismo revela-se no seu comportamento em campo — nas jogadas, nos dribles, na movimentação, no chute. “Autistas estão sempre procurando adotar um padrão e repeti-lo exaustivamente”, diz Nilton Vitulli, pai de um portador da síndrome de Asperger e membro atuante da ong Autismo e Realidade e da rede social Cidadão Saúde, que reúne pais e familiares de “aspergianos”.
“O Messi sempre faz os mesmos movimentos: quase sempre cai pela direita, dribla da mesma forma e frequentemente faz aquele gol de cavadinha, típico dele”, diz Vitulli, que jogou futebol e quase se profissionalizou. E explica que, graças à memória descomunal que os autistas têm, Messi provavelmente deve conhecer todos os movimentos que podem ocorrer, por exemplo, na hora de finalizar em gol. “É como se ele previsse os movimentos do goleiro. Ele apenas repete um padrão conhecido. Quando ele entra na área, já sabe que vai fazer o gol. E comemora, com aquela sorriso típico de autista, de quem cumpriu sua missão e está  aliviado”.
A qualidade do chute, extraordinária em Messi, e a habilidade de manter a bola grudada no pé, mesmo em alta velocidade, são provavelmente, segundo Vitulli, também padrões de repetição, aliados, claro, à grande habilidade do jogador. Ele compara o comportamento de Messi a um célebre surfista havaiano, Clay Marzo, também diagnosticado com a síndrome de Asperger. “É um surfista extraordinário. E é possível perceber características de autista quando ele está numa onda. Assim, como o Messi, ele é perfeito, como se ele soubesse exatamente o comportamento da onda e apenas repetisse um padrão”. Mas autistas, segundo Vitulli, não são criativos, apenas repetem o que sabem fazer. “Cristiano Ronaldo e Neymar criam muito mais. Mas também erram mais”, diz ele.
Autistas podem ser capazes de feitos impressionantes — e o filme Rain Man, feito em 1988, ilustra isso. Hoje já se sabe, por exemplo, que os físicos Newton e Einstein tinham alguma forma de autismo, assim como Bill Gates.
Também fora de campo, seu comportamento é revelador. Quem já não reparou nas dificuldades de comunicação do jogador, denunciadas em entrevistas coletivas e até em comerciais protagonizados por ele? Ou no seu comportamento arredio em relação a eventos sociais? Para Giselle Zambiazzi, presidente da AMA Brusque, (Associação de Pais, Amigos e Profissionais dos Autistas de Brusque e Região, em Santa Catarina), e mãe de um menino de 10 anos diagnosticado com síndrome de Asperger, foi uma revelação observar certas atitudes de Messi.
“A começar pelas entrevistas: é  visível o quanto aquele ambiente o incomoda. Aquele ar “perdido”, louco pra fugir dali. A coçadinha na cabeça, as mãos, o olhar que nunca olha de fato. Um autista tem dificuldade em lidar com esse bombardeio de informações do mundo externo”, diz Giselle. Segundo ela, é possível perceber o alto grau de concentração de Messi: “ele sabe exatamente o que quer e tem a mesma objetividade que vejo em meu filho”.
Giselle observou algumas jogadas do argentino e também não teve dúvidas:  “o olhar que ‘não olha’ é o mesmo que vejo em todos. Em uma jogada, ele foi levando a bola até estar frente a frente com um adversário. Era o momento de encará-lo. Ele levantou a cabeça, mas, o olhar desviou. Ou seja, não houve comunicação. Ele simplesmente se manteve no seu traçado, no seu objetivo, foi lá e fez o gol. Sem mais”.
Segundo Giselle, Messi tem o reconhecido talento de transformar em algo simples o que para todos é grandioso e não vê muito sentido em fama, dinheiro, mulheres, badalação. “Simplesmente faz o que mais sabe e faz bem. O resto seria uma consequência. Outra aspecto que se assemelha muito a meu filho”.
Outra característica dos autistas, segundo ela, é ficarem extremamente frustrados quando perdem, são muito exigentes. “Tudo tem que sair exatamente como se propuseram a fazer, caso contrário, é crise na certa. E normalmente dominam um assunto específico. Ou seja, se Messi é autista e resolveu jogar futebol, a possibilidade de ser o melhor do mundo seria mesmo muito grande”, diz ela.
A ideia de uma das maiores celebridades do mundo ser um autista não surpreende, mas encanta. Messi nunca será uma celebridade convencional. Segundo Giselle, ele simplesmente será sempre um profissional que executa a sua profissão da melhor forma que consegue — mas arredio às badalações, às entrevistas e aos eventos.  “Ele precisa e quer que sua condição seja respeitada. Nunca vai se acostumar com o assédio. Sempre terá poucos amigos. E dificilmente saberá o que fazer diante de um batalhão de fotógrafos e fãs gritando ao seu redor. De qualquer modo, certamente a sua contribuição para o mundo será inesquecível”, diz ela.

APAE de Braços Abertos

Hoje promovemos na Escola Especial Flor da Esperança o evento: “APAE de Braços Abertos” uma nova iniciativa que teve como objetivo principal a visitação da rede regular de ensino e da comunidade em geral, para que os mesmos pudessem vivenciar nosso cotidiano e formarem suas próprias experiências. Podemos afirmar que nosso objetivo foi alcançado, pois tivemos a participação de mais de 800 pessoas ao longo do dia em nossa escola. Registramos a presença da E.E.B. Orlando Bertoli, E.E.B. Cecilia AX., E.M.E.B. Guilherme Rotermel, E.M.E.B. Tancredo Neves, Grupo de Catequese, Vereador Alvelino Pereira, Assessora de Imprensa Bianca Lima Heess, Ivone Henchel e Schirley Scheidemantel.